sexta-feira, 3 de junho de 2011

População da Áustria

A Áustria tem uma população de 7,8 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento demográfico anual muito baixa. Os jovens com menos de 15 anos de idade não chegam a representar 20% da população, ao passo que a percentagem de austríacos com mais de 60 anos ultrapassa os 20%. A distribuição demográfica é muito desigual. Praticamente 60% das regiões alpinas encontram-se subpovoadas enquanto mais de metade da população se concentra nos centros urbanos. Só em Viena, residem mais de 1,7 milhões de habitantes.

Actualmente, residem na Áustria cerca de 300 000 estrangeiros, grande parte dos quais trabalha nos sectores da construção, do turismo e da indústria têxtil. Tradicionalmente, a população estrangeira é originária da Turquia ou da ex-Jugoslávia. Existe ainda um grupo étnico esloveno na Caríntia, bem como pequenas comunidades de croatas e de húngaros no Burgenland. Todos estes grupos possuem as suas próprias escolas.
Tabela da população de Áustria:

Ano
População
Posição
Mudança Percentual
Data da Informação
2003
8.188.207
87

Julho 2003 Est.
2004
8.184.691
89
-0,04%
Julho 2005 Est.
2005
8.184.691
89
0,00%
Julho 2005 Est.
2006
8.192.880
90
0,10%
Julho 2006 Est.
2007
8.199.783
91
0,08%
Julho 2007 Est.
2008
8.205.533
92
0,07%
Julho 2008 Est.
2009
8.210.281
92
0,06%
Julho 2009 Est.
2010
8.214.160
92
0,05%
Julho 2010 Est.
2011
8.217.280
92
0,04%
Julho 2011 Est.

Mapa de Austria:

Locais a visitar:


Vienna:
        
Salzburgo:
´

Linz:

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Partidos politicos da Áustria

Partido Social-Democrata da Áustria (SPÖ)
Partido Popular Austríaco (ÖVP)
Os Verdes - Alternativa Verde (Die Grünen)
Partido Libertário da Áustria (FPÖ)
Aliança para o Futuro da Áustria (BZÖ)
Foro Liberal (LIF)

Politica da Áustria

A Áustria é uma república parlamentar. O seu presidente é Heinz Fischer (SPÖ, desde 2004, e o seu chanceler é Alfred Gusenbauer (SPÖ, desde 2007).

Parlamento Áustriaco

Gastronomia da Áustria

Áustria - Gastronomia
A gastronomia Austríaca tem muitas influências dos países que constituiam o Império Austro-Húngaro. Assim, podem-se encontrar pratos com componentes Húngaros, Checos, Polacos, Eslovénios e Italianos. Claros exemplos desta influência são as picantes almôndegas conhecidas como "Vapcici" e a consistente Sopa de Feijão também picante vinda da Sérvia, a Sopa Sauerkraut e as Bolas de Pão com que se acompanham as comidas Checoslovacas e a Couve Recheada Polaca. Da Hungria destacam-se o goulach, Guisado de Carne de Boi temperada com cebolas, alho, pimentão, tomates e aipo e o "dobostorte" embora em Áustria se ponha mais margarina que açúcar.


Os Austríacos costumam tomar o café da manhã muito cedo, entre as seis e as sete da manhã. A principal refeição realiza-se entre as 12:00 e as 14:00 h. e o jantar entre as 18:00 e as 21:00 h. A maioria dos restaurantes costuma respeitar estes horários embora em alguns lugares servem-se pratos quentes depois das 14.00 h.. Estes restaurantes costumam ter no exterior o letreiro "Durchgehend warme Küche".

Os pratos tipicamente Austríacos são muito simples, o sabor depende mais da qualidade dos ingredientes que de sua preparação. Destacam o tafelspitz consistente em vitela fervida, o wienerschitzel, um filete de vitela de enorme tamanho panado em ovo e pão ralado muito parecido ao escalope espanhol que se serve com uma salada de batata fria ou de pepino, o wienerbacklhendl, preparado do mesmo modo que o anterior mas com carne de frango, servido com batatas salteadas, o schinkenfleckerl, guisado de presunto cortado em tiras com massa ou o scheweinsbraten, assado de porco. Toda a comida Austríaca costuma-se acompanhar com kren, rabanetes picantes e com a schittlauchsauce, uma salsa à base de cebola. Típicos são também os knödel, pudins com tiras de toucinho e fígado que se servem com a sopa e a carne. Os fiambres e as salchichas comem-se como comida rápida tanto em tabernas como em restaurantes.


As sobremesas são realmente maravilhosas, razão da sua merecida fama. Existem sobremesas quentes como os palatshinken, tortas recheadas de marmeladas de frutas, ou o apfeltstrudel, um delicioso pastel recheado de pedaços de maçã, passas e canela enrolados em massa folhada coberto de nata. Também são fantásticos os knödel recheados de albaricoque quente ou de queijo de nata e as tortas de todos os sabores, de cerejas, morango, avelã, nozes, destacando a sachertorte, torta de chocolate que também pode levar marmeladas de albaricoque. A maioria das tortas pode-se comer com creme de leite ou sem ele mas todas elas são uma delícia.
Bebidas


A comida costuma-se acompanhar de vinho e água. Os vinhos Austríacos são de excelente qualidade. A maioria deles costuma ser brancos e servem-se tanto com o peixe como com a carne. São muito famosos os procedentes dos vinhedos de Wachau, Kampt, Weinviertel, Estiria e Viena. O mais popular é o Grüner Veltiner, seco ou semi-seco. Como tintos destacam-se o Vöslauer e os das cepas de Burgenland. Também se podem encontrar vinhos espumosos como o Dürnsteinerou ou o Langenloiser. O vinho seco mais conhecido é o Herb, e realmente agradável é o Heurigem que se costuma tomar nas varandas durante as noites de verão. Os Austríacos costumam beber também muita cerveja. A marca nacional é a Grösser e serve-se em copos de um quarto de litro como mínimo e, sobre tudo, de meio litro. Também se toma em impressionantes jarras de um litro.


Depois da comida o café é imprescindível e os Austríacos, amantes do bom café, podem eleger entre uma grande variedade. O café só se conhece como einen kleinen. O einen kapuzine é o que se serve com nata batida, o pingado é conhecido como einen braunen, o einen melange é um com igual quantidade de café e de leite e o café semi-doce, servido num recipiente de cobre chama-se einen turkischen. Normalmente o café serve-se sempre acompanhado de um copo de água, sobre tudo em Viena onde a água é de excelente qualidade.


Como licores destacam-se o Barack de albaricoque e o Slivovitz de cereja.

Imagens de Áustria



Áustria

sexta-feira, 20 de maio de 2011

historia da Áustria

História da Áustria

Por volta de 400 a.C., os celtas chegaram às regiões central e oriental da Áustria. Por volta de 15 a.C., os romanos dominaram a parte ao sul do Danúbio e tornaram esse território parte de seu Império. No final do século II d.C., tribos do norte começaram a invadir a Áustria romana. Em 476 d.C., o Império Romano ruiu. Durante o período de declínio, grupos asiáticos, germânicos e eslavos estabeleceram-se na Áustria.
Do final do século VIII a 814, a região foi dominada por Carlos Magno. O rei da Germânia, Oto I, passou a reinar sobre a Áustria em 955, sendo coroado imperador em 962. Até 1806, o território governado por reis germânicos constituiu o Sacro Império Romano-Germânico, tendo a Áustria se tornado o Estado mais importante. Em 976, o imperador Oto II passou o controlo do nordeste da Áustria a Leopoldo I, da família Babenberg. Em 1156, Frederico I declarou a região um ducado.

Guerras Napoleónicas

A Áustria perdeu muitos territórios nas Guerras Napoleónicas do final do século XVIII e início do XIX. Napoleão conquistou grande parte do Sacro Império Romano-Germânico e, em 1806, aboliu o Império. O imperador Francisco II da Germânia mudou o seu título de arquiduque para imperador da Áustria e governou como Francisco I. Napoleão foi finalmente derrotado em 1815.

Confederação Germânica

O Congresso de Viena, que produziu o tratado de paz que se seguiu às Guerras Napoleónicas, restituiu à Áustria os seus territórios, com excepção da Bélgica. Organizou a Confederação Germânica, uma união de Estados independentes. A Áustria e a Prússia iniciaram uma luta pela liderança da confederação. Em 1866, ocorreu a Guerra Austro-Prussiana, na qual a Itália e a Prússia em pouco tempo derrotaram a Áustria. A Confederação Germânica foi dissolvida. A Prússia formou uma nova confederação sem a Áustria.


Após a Segunda Guerra Mundial

Após a Segunda Guerra Mundial, a Áustria foi dividida em zonas de ocupação americana, britânica, francesa e russa, que, no entanto, lhe permitiriam estabelecer um único governo provisório. Após as eleições de Novembro de 1945, formou-se um governo nacional. Em 1955, os Aliados suspenderam sua ocupação do país. Na Conferência de Potsdam foi estabelecido que a Áustria seria separada da Alemanha e não poderia aderir a tratados militares, o que implicou a sua neutralidade na Guerra Fria.
Por ser capital de uma nação neutra e ocupar uma posição estratégica, Viena tornou-se a sede de algumas conferências sobre a Limitação de Armas Estratégicas (SALT), iniciadas em 1969 entre a União Soviética e os Estados Unidos. No princípio da década de 1970, foi iniciada a construção de uma sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Viena.


História recente

O país foi incorporado à União Europeia (UE) em 1995. Em 1997, Franz Vranitzky renunciou ao cargo de chanceler, após 11 anos de mandato. Viktor Klima assumiu o cargo e governou até 1999.
Em 2000, o presidente Klestil autorizou a coalizão entre o Partido Liberal Austríaco (FPÖ), do líder de extrema-direita Jörg Haider, e o Partido Popular Austríaco (ÖVP), do chanceler Wolfgang Schüssel. Essa autorização foi decidida sob muitos protestos dos países da UE, que temiam uma ascensão nazi ao poder. Em 1999, o país aceitou adoptar a moeda única europeia, o euro, que entrou em circulação em 2002.
A coligação FPÖ-ÖVP foi desfeita em Setembro de 2002, devido a divergências internas, que culminaram na dissolução do parlamento e na antecipação das eleições para Novembro desse ano. O partido do primeiro-ministro saiu vencedor, seguido pelos sociais-democratas. A extrema-direita de Jörg Haider foi a grande derrotada, recebendo pouco mais de um terço dos votos obtidos na eleição anterior, em 1999. Sem maioria no parlamento, o ÖVP refez a coligação com o FPÖ em Fevereiro de 2003, para compor o gabinete do chanceler Schuessel. Em meados de 2003, uma proposta de reforma da previdência, dificultando o acesso a aposentadoria, resultou nos maiores protestos dos últimos 50 anos no país.